A princípio livros como esses não me chamariam a atenção. Mas quando você tem uma irmã mais nova e que também se interessa por livros tanto quanto você, e que ao invés de você influenciá-la, ela acaba por te influenciar, e te convencer que pode ser um bom livro - "Lê logo!". Cidades de Papel é sim um livro convidativo, tenho que ser sincera. John Green sabe usar as palavras de uma forma de fácil entendimento, e cheio de detalhes que vão cativando a atenção do leitor. Porém os personagens não me impressionaram tanto, pois quase se é normal ver um "nerd" que é "invisível" no ensino médio apaixonado platonicamente desde infância pela menina bonita e popular, que coincidentemente é sua vizinha, para sua sorte. Na história, ele Quentin Jacobsen ou apenas "Q", e ela Margo Roth Spiegelman, ambos que já foram muito próximos um dia, brincavam juntos quando crianças. Mas o tempo passa, ele se torna apenas um menino qualquer poré...