São José dos Campos, 09 de Junho de 2020. Nunca me faltaram palavras, não na hora de escrever. Porém, hoje é um daqueles dias atípicos. Vinte e oito anos e, em pelo menos vinte deles eu escrevo. Em diários, registrando cada passo, cada avanço e cada fracasso. Em cartas, algumas para mim, muitas para Deus e diversas para os outros. Em folhas avulsas, cadernos sortidos e páginas midiáticas. Coleciono palavras. Muitas delas entreguei com amor. Outras deixei se expressar com a dor. Algumas escaparam na raiva. Outras saíram de mim, para mim, para os outros, para Deus. Vinte e oito anos e, em pelo menos vinte deles eu escrevo. Redações, importantes e avaliativas. Devocionais, como forma de me aperfeiçoar, e de aproximar as pessoas do amor de Deus. Histórias, reais e imaginárias. Reflexões, sendo a maioria delas para que eu mesma refletisse. E, textos de diversos aspectos, objetivos e para diferentes destinatários. Coleciono palavras. Não me orgulho de todas elas, mas todas elas me pertencem....
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