Pular para o conteúdo principal

Contato

Vamos conversar?

Adoro trocar ideias, receber feedbacks e construir conversas reais. Seja para tirar uma dúvida, enviar sugestões, propor parcerias ou projetos com o blog, você pode falar diretamente comigo!

📩 Por e-mail:

Envie uma mensagem para: contatodaniellemarins@gmail.com

(Costumo responder em até 48 horas úteis).

📱 Redes Sociais:

Acompanhe a rotina, novidades e bastidores em outros canais:

Ficarei muito feliz em falar com você!

Um beijo meu,

Danielle Marins

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DE PLÁSTICO OU DE CRISTAL

Chega um momento na vida que nos tornamos malabaristas ou, mais especificamente, equilibristas de pratos. Mulheres são especialistas em lidar e em "se virar" em várias áreas da vida. Geralmente e sempre, uma mulher.  E existe um momento, uma fase em que tudo muda para uma mulher. E essa mudança se torna a base para todos os demais pratos que ela já equilibrava antes. Ser mãe. Ser mãe altera uma mulher de forma física, mental e espiritual. A vida, o corpo, a mente e a identidade sofre uma reconfiguração que agora prioriza não mais a si mesma, mas um outro ser humano. Arrisco sem erro em dizer que este se torna o ser humano mais importante da vida dessa mulher. É natural. Uma mulher que se torna mãe, agora tem como prioridade a sua prole. E todos os pratos que antes ela equilibrava, não sumiram e muito menos foram delegados - antes tivessem sido. Todos os pratos antes equilibrados ainda existem, mas se tornaram triviais, mas não por isso, se tornaram menos penosos. A mulher que...

VINTE E OITO ANOS

São José dos Campos, 09 de Junho de 2020. Nunca me faltaram palavras, não na hora de escrever. Porém, hoje é um daqueles dias atípicos. Vinte e oito anos e, em pelo menos vinte deles eu escrevo. Em diários, registrando cada passo, cada avanço e cada fracasso. Em cartas, algumas para mim, muitas para Deus e diversas para os outros. Em folhas avulsas, cadernos sortidos e páginas midiáticas. Coleciono palavras. Muitas delas entreguei com amor. Outras deixei se expressar com a dor. Algumas escaparam na raiva. Outras saíram de mim, para mim, para os outros, para Deus. Vinte e oito anos e, em pelo menos vinte deles eu escrevo. Redações, importantes e avaliativas. Devocionais, como forma de me aperfeiçoar, e de aproximar as pessoas do amor de Deus. Histórias, reais e imaginárias. Reflexões, sendo a maioria delas para que eu mesma refletisse. E, textos de diversos aspectos, objetivos e para diferentes destinatários. Coleciono palavras. Não me orgulho de todas elas, mas todas elas me pertencem....

TRINTA E TRÊS

Ensaiei esse tempo. Aos vinte, eu apenas imaginava como seria, mas a verdade é que nada foi nem perto do que eu imaginei. Aos trinta, eu sabia que chegaria em um piscar de olhos e, assim foi. Passou o tempo, voando como o vento que não se vê, que apenas se sente. E eu senti. Dizem que Jesus atingiu o ápice da sua jornada com essa idade. E eu me inspirei Nele. Eu esperei que ela chegasse para mim. E chegou e, agora, procuro eu esse ápice. Eu não sou néscia nem estúpida em me comparar ao incomparável Senhor Jesus. Porém, me pergunto se o meu ápice está em crucificar o meu eu ou em ressuscitar algo em mim. Seja qual for a opção, ambas são escolhas difíceis a se fazer sobre si mesmo. Mas logo à frente dou atenção a isso. Esse ano eu fiz trinta e três anos. Dois numerais consecutivos e iguais, lado a lado. Brincando de espelhar um o outro enquanto no espelho tento entender o que mudou. Nada e tudo. Nada mudou quando penso que continuo amando escrever. Que ainda amo colecionar memórias em di...