WordPress YouTube facebook twitter instagram
  • Home
  • Life Style
    • Cultura
    • Dicas
    • Organização
  • Livros
    • Leitura
  • Textos
    • Cartas
    • Crônicas
    • Maternidade
    • Pensamentos
  • Sobre Mim
  • Produtos
  • Contato
  • Download
Danielle Marins, 2019. Tecnologia do Blogger.

Danielle Marins


Esse livro talvez - só e apenas talvez - seja um dos livros mais intrigantes que li. Nunca tinha lido nada de Agatha Christie e confesso que amei sua forma de escrita.

Não vou dizer que assim que comecei a ler este livro, que o amei, pois a princípio a leitura e a forma de exposição da história me pareceu um pouco confusa. Mas acredito que isso foi devido ao fato de se tratar de um caso (história) cheia de pontos de interrogações desde o início.

Eu já havia visto o filme - afinal, não estava nos meus planos um dia ler ou possuir o livro para leitura. Mas, em particular, não gosto de ver filmes antes de ler o livro. Você também é assim? A grande maioria dos leitores podem se identificar comigo!

Por isso, quero deixar minhas considerações sobre o filme no final desta resenha. Ok?


Sobre a história só tenho a dizer que ela te prende do início ao fim. Não tem como não querer terminar a leitura.

A história se passa dentro de um trem chamado Expresso Oriente.

Um detetive, Mr. Hercule Poirot é requisitado para retornar a Londres e, então embarca as pressas no Expresso Oriente. A verdade é que quase ele não consegue embarcar devido a inesperada lotação - que não era comum naquela época do ano.

Durante o trajeto do trem ao seu destino, um crime acontece: um homem fora assassinado. Não o bastasse o crime, o trem devido a uma forte nevasca é detido no meio do caminho não podendo continuar o seu curso.

O diretor do trem, Mr. Bouc, solicita ao detetive Poirot que solucione o caso - ou ao menos levante todos os pontos sobre o crime para quando o trem chegar ao destino, eles tenham o caso encaminhado para ser apresentado à polícia.

Resta então ao detetive, enquanto o trem não pode continuar sua rota, desvendar se entre todos aqueles passageiros haveria de estar o assassino ou não. Muitas questões são levantadas:

Quem o matou? Por quê? E, será que este mesmo criminoso não voltaria a atacar novamente? Estaria entre os passageiros ou já escapara no meio da nevasca?

Sim, fiquei até sem ar, digitando todas essas questões. Mas sinto em dizer que o caso é mais complicado que parece ser.

Como sempre digo: só lendo para saber.



No mais, finalizo esta resenha fazendo um breve comentário sobre o filme: tenho que voltar a vê-lo para que possa dar meu juízo exato, mas ao que me recordo, o filme em comparação com o livro, não fugiu e muito menos foi infiel a história. Meros detalhes, talvez, foram deturpados, mas isso só saberei vendo novamente o filme, com a                  história do livro agora fresca na minha memória.

Uma boa história. Ótimos personagens. Cenário tão detalhado que - não fora o filme -  ainda conseguiria imaginar na minha mente. Um caso cheio de interrogações e uma desfecho que certamente nem um leitor conseguiria adivinhar.

Leia. E depois me diga.

Um grande abraço.

Danielle Marins
05:00:00 No comentários


Primeiramente quero me desculpar pelo atraso na postagem dessa semana, a culpa é do feriado prolongado. Brincadeira!


Mas chega de enrolação e vamos ao que interessa, o livro dessa semana é: EVA do William P. Young !



Título: Eva
Autor: William P. Young
Editora: Arqueiro
Páginas: 240


Em um dia qualquer em uma livraria nada qualquer, lá estou eu como quem não quer nada (só que sim), a olhar os variados livros a disposição, de uma forma convidativa a se gastar.

Foi quando avistei esse livro. A capa, a textura, as cores e claro o título, foram a combinação perfeita para chamar minha atenção.

Na contra capa do livro uma pergunta bem intrigante: O QUE REALMENTE ACONTECEU NO JARDIM DO ÉDEN?

E isso foi o suficiente para que eu comprasse.


***


Para que você entenda uma pouco, o livro tem base na história dos inícios, a criação. E em um mundo paralelo com a Terra e o Céu, John, o Catalogador, vive a cerca de 100 anos, e acaba sendo "telespectador" da chegada de uma menina, que mudaria tudo por ali.

Lilly, uma adolescente, que foi vítima de uma tragédia, chega no Refúgio, como é chamado aquele local, de uma forma que ninguém sabe como. Ela foi encontrada dentro de um contêiner sendo a única sobrevivente das 12 vítimas que ali estavam.

No decorrer do livro é revelado que Lilly é A Testemunha, que era tão esperada desde então, e que testemunharia a Era dos Inícios, de toda a criação.

O livro se "divide" mas ao mesmo tempo se mistura entre a história do "antes e do agora" de Lilly , o testemunho no Éden e a vida no Refúgio.




Inicialmente, quanto a linguagem, não fiquei tão surpresa, pois comparado ao outro livro do autor, A Cabana, há uma certa semelhança quanto confusão na história, fazendo com que seja fácil de se perder o "fio da meada" sobre o que esta sendo falado, e a difícil interpretação.

Basicamente, sinto muito em dizer que este livro é um livro que você, se interessar, terá que ler para entender, pois é um livro definitivamente para ser lido e não resumido, entende?

Porém, mesmo com todos esses desafios, eu A-D-O-R-EI, pois consegui viajar e ter minha imaginação bem aguçada em cada cenário que o autor colocava em pauta.

Valeu a pena ler, reler e ler novamente para pegar a "essência" que o autor foi tão criativo em criar.

Se aconteceu desse jeito, ou tipo isso, eu não sei, mas há uma emoção ao ler e imaginar, e uma proximidade com o texto bíblico, que verdadeiramente me encantou.


- John, você acredita em Deus?
- Não - respondeu ele, depois de pensar por alguns instantes.
- Eu também não.
Ele tocou seu braço. Lilly não tinha percebido que ele estava bem ao seu lado.
- Palavras como Deus e acreditar muitas vezes são desprovidas de sentido. Eu não acredito em Deus. Eu conheço Deus! E, quando você conhece alguém, acreditar deixa de ser relevante.
(EVA - Willian P. Young, 2015, p. 68) 



E ai, gostou? Então compartilhe e comente!!!

Eu li e indico, leia também...

Um beijo meu :)




16:34:00 No comentários


Ela é apenas uma pessoa, nem igual e muito menos diferente. Para ela, nada a faz especial. Apenas uma pessoa em um mundo cheio de muitas outras pessoas. Redundante mas real.

Sua mente brinca a todo instante, chuva de pensamentos, lembranças, arrependimentos e sonhos. Sua bagagem é pesada, mas está vazia. Seu corpo ainda é jovem, mas está cansado. Seu coração ainda bate, mas é como se desacelerasse.

Em seus olhos ainda há um brilho, talvez de esperança, ou talvez de desespero. Algo que em meio as circunstancias, a esforços não retribuídos, a frustrações abarrotadas, a insatisfação de cada dia, a afetos enganosos, a falta de empatia, a falta de alguém, a falta de si mesmo.

Por fora seu sorriso ainda se abre, mas sua alma clama por socorro, seu coração grita para cessar aquilo que ninguém vê, ninguém ouviu, ninguém entende, nem ela mesma.

Como falar se ninguém realmente quer ouvir?

As perguntas clichês do "Oi, tudo bem?" não querem realmente ouvir as verdadeiras respostas, o que eles esperam é que esteja tudo bem, e uma resposta diferente da esperada causam o imprevisto pra uma conversa que não tinha a intenção de ser aprofundada.

Ela se pergunta se realmente vale a pena se expor e pra quem realmente valeria? Pois isso significa que para ela permanecer forte vai precisar ser vulnerável.

E tudo o que ela precisa é de algo para a socorrer, porque ela esta desmoronando.

Mas existe uma voz que ecoa. Ela diz:

"Mantenha a calma. Não perca a alma."

É que nem tudo exige força, algumas coisas exigem paciência, e muitos outras exigem perseverança.

Ela precisa ser forte. Mas antes de tudo, precisa ser corajosa.

Mantenha-se firme.

Esse ainda não é o fim.


"Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou".
Apocalipse 21:4




Autor: Danielle Marins



05:00:00 No comentários
Newer Posts
Older Posts

About me



Eu sou uma amontoado de coisas. Gosto de tudo. Nem tudo. Contudo faço de tudo um pouco. Uma dessas coisas é escrever. Disso, você pode me culpar. De resto, só estou tentando me encontrar.

Follow Us

Labels

Carta Crônicas Cultura Livros Maternidade Música Pensamentos

recent posts

Blog Archive

  • ▼  2026 (2)
    • ▼  julho (1)
      • O Puerpério da Amizade
    • ►  abril (1)
  • ►  2025 (1)
    • ►  julho (1)
  • ►  2020 (16)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (4)
    • ►  abril (3)
    • ►  março (5)
    • ►  fevereiro (1)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2019 (13)
    • ►  novembro (1)
    • ►  outubro (2)
    • ►  agosto (3)
    • ►  julho (5)
    • ►  março (1)
    • ►  janeiro (1)
  • ►  2016 (5)
    • ►  fevereiro (1)
    • ►  janeiro (4)

Created with by ThemeXpose